Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020

Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020
 

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3 de novembro de 2020
resultados parciais[1][2][3]
Joe Biden 2013.jpg Donald Trump official portrait (cropped).jpg
Candidato Joe Biden Donald Trump
Partido Democrata Republicano
Domicílio eleitoral Delaware Flórida
Candidato para Vice-presidente Kamala Harris Mike Pence
Colégio eleitoral 306 232
Vencedor em 25 + D.C. + NE-2 25 + ME-2
Votos 79.661.528 73.685.717
Porcentagem 51,1% 47,2%
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Mapa dos resultados parciais, com a indicação da quantidade de votos que cada estado e o Distrito de Colúmbia possuem no Colégio Eleitoral

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Presidente dos Estados Unidos

A eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020 foi realizada em 3 de novembro, uma terça-feira. Foi a 59.ª eleição presidencial do país. Os eleitores escolheram os integrantes do Colégio eleitoral, que se reunirão em 14 de dezembro para eleger oficialmente o presidente e o vice-presidente. Entre fevereiro e agosto de 2020 os partidos realizaram as primárias nos estados e territórios. Após, cada agremiação designou seus candidatos através das convenções partidárias. A disputa presidencial ocorreu simultaneamente com as eleições para a Câmara dos Representantes e o Senado, além de vários cargos a níveis estadual e local.

Eleito na última eleição, Donald Trump candidatou-se à reeleição e em março de 2020 atingiu a quantidade de delegados necessária para ser nomeado o candidato republicano para a presidência. Na oposição democrata, as primárias contaram com dezenas de candidatos relevantes e, em abril de 2020, o ex-vice-presidente Joe Biden se tornou o presumível candidato do partido com a desistência do senador Bernie Sanders. Biden escolheu Kamala Harris como sua vice, tornando-a a primeira mulher negra a concorrer ao cargo por um grande partido. Outras agremiações menores, como o Libertário e o Verde, também escolheram seus candidatos presidenciais.

Os temas da campanha eleitoral incluíram o impacto da pandemia de COVID-19 em curso, que deixou mais de duzentos mil mortos no país, a morte da juíza Ruth Bader Ginsburg e a indicação de Amy Coney Barrett para a Suprema Corte, o sistema de saúde, as mudanças climáticas e os protestos antirracistas, assim como a interferência estrangeira, assuntos relacionados ao voto antecipado e o reconhecimento dos resultados. O vencedor desta eleição será empossado em 20 de janeiro de 2021 para um mandato de quatro anos. Biden e Trump foram os candidatos presidenciais mais idosos já designados pelos maiores partidos.

A eleição registrou um número histórico de votos antecipados, fazendo com que a apuração fosse mais lenta em alguns estados. Em 7 de novembro, Biden foi declarado eleito ao atingir 273 votos no Colégio Eleitoral, sendo o mais idoso eleito para ocupar o cargo, enquanto que Harris elegeu-se a primeira mulher e a primeira pessoa de cor como vice-presidente. A chapa também atingiu a maior quantidade de votos populares na história do país, superando os 79 milhões de votos. Ademais, foi a primeira vez que um presidente em exercício não se reelegeu desde a eleição de 1992, quando George H. W. Bush foi derrotado por Bill Clinton.

Processo eleitoral

O Artigo II da Constituição dos Estados Unidos estabelece os critérios de elegibilidade para o cargo de presidente, exigindo que este deve ser um cidadão nato, ter ao menos 35 anos de idade e ser residente nos EUA por ao menos 14 anos.[4] Embora candidaturas independentes sejam permitidas, todos os presidentes desde George Washington pertenciam a um partido político,[5] que utilizam métodos próprios para escolher seus candidatos.[6] Os principais partidos, Democrata e Republicano, realizam eleições primárias nos estados e territórios em que os eleitores votam em uma lista de delegados comprometidos a apoiar um determinado candidato na convenção partidária. O candidato a presidente normalmente escolhe um vice-presidente para compor a chapa, com a decisão sendo posteriormente ratificada pelos delegados.[7]

A eleição geral em novembro também é indireta.[7] Os candidatos vencedores em cada estado e no Distrito de Colúmbia ganham o número de votos que estes possuem no Colégio Eleitoral, onde é necessário reunir 270 votos para vencer a eleição. A quantidade de votos no Colégio Eleitoral é definida pelo número de representantes e senadores eleitos pelos estados.[8] Como cada estado conta com dois senadores e o número de representantes é determinado pela quantidade de habitantes, estados mais populosos possuem mais votos. Assim, enquanto o candidato vencedor na Califórnia garante 55 votos no Colégio Eleitoral, o que for vitorioso em Wyoming recebe apenas 3.[9][10] Se nenhum candidato reunir os 270 votos necessários, a Câmara dos Representantes determina o presidente dentre os três candidatos que receberam o maior número de votos no Colégio Eleitoral, e o Senado seleciona o vice-presidente entre os dois candidatos que receberam mais votos.[11]

A Vigésima Segunda Emenda à Constituição estabelece que ninguém pode ser eleito para o cargo de presidente mais do que duas vezes;[12] não há limites de mandato para vice-presidentes.[13] Deste modo, os ex-presidentes Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama eram inelegíveis para disputarem a eleição presidencial de 2020; Jimmy Carter, que cumpriu apenas um mandato, era o único ex-presidente elegível. Ademais, a eleição presidencial de 2020 ocorreu simultaneamente com as eleições legislativas, para a Câmara dos Representantes e o Senado, bem como para governos e legislaturas de alguns estados.[14]

Contexto

O presidente eleito Donald Trump cumprimentando Barack Obama, ao lado de Joe Biden, em janeiro de 2017

O empresário republicano Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos na eleição de 2016 após derrotar a democrata Hillary Clinton, um resultado considerado surpreendente pela maioria dos analistas, imprensa e políticos.[15] Embora tenha recebido 2,8 milhões de votos a menos que Clinton,[nota 1] Trump conseguiu 306 votos no Colégio Eleitoral, ante 232 da rival.[17] O Partido Republicano também manteve o controle do Congresso.[18] Empossado em janeiro de 2017, Trump sancionou um corte de impostos,[19] indicou dois juristas conservadores para a Suprema Corte,[20] retirou os EUA da Parceria Transpacífica e do Acordo de Paris,[21] engajou-se em uma guerra comercial com a China[22] e buscou revogar o Obamacare,[23] assim como diversas políticas de Obama.[24]

De acordo com a Gallup, a popularidade de Trump durante seu mandato variou de 35-49%, com 40% de média.[25] Nas eleições de 2018, os democratas recuperaram a maioria na Câmara pela primeira vez desde 2011.[26] Em 2019, o conselheiro especial Robert Mueller reafirmou a interferência russa nas eleições de 2016 e não isentou Trump de responsabilidade.[27] Em dezembro, o inquérito conduzido pela Câmara concluiu que Trump havia solicitado ajuda da Ucrânia para interferir na eleição presidencial de 2020 de modo a favorecer sua candidatura à reeleição.[28] Em dezembro, a Câmara aprovou dois artigos de impeachment contra o presidente, acusando-o de abuso de poder e obstrução do Congresso.[29][30] No início de 2020, Trump foi absolvido pelo Senado de ambas as acusações.[nota 2]

Vários eventos relacionados à eleição presidencial de 2020 foram alterados ou adiados por conta da pandemia de COVID-19. Em março de 2020, Trump, Biden e Sanders anunciaram uma pausa nos eventos de campanha presenciais,[33] dando lugar a uma campanha realizada virtualmente pela internet.[34][35] A Convenção Nacional Democrata foi adiada de julho para agosto,[36] bem como 16 estados postergaram suas primárias.[37] A legislação sancionada para minorar os efeitos da pandemia estabeleceu recursos financeiros aos estados para que ampliassem a votação por correspondência; a campanha de Trump se opôs fortemente à medida, argumentando que esta propicia fraudes, o que foi rejeitado por especialistas.[38] No final de junho, Trump retomou os eventos de campanha presenciais.[39]

Nomeações

Partido Republicano

Primárias

Trump durante comício em Huntington, Virgínia Ocidental, em agosto de 2017

A campanha à reeleição de Donald Trump esteve essencialmente em andamento desde sua vitória em 2016, levando especialistas a descrever sua tática de realizar comícios continuamente durante toda a presidência como uma "campanha sem fim".[40] Às 17h11min de 20 de janeiro de 2017, dia em que foi empossado, Trump submeteu a documentação necessária para legalmente declarar sua candidatura para 2020.[41] Como ocorre nas primárias em que os presidentes incumbentes são candidatos a um novo mandato, a disputa pela nomeação partidária é geralmente pró-forma, com uma oposição simbólica que não apresenta candidaturas adversárias fortes.[42][43] No caso de Trump, o aparato republicano, a níveis estadual e nacional, mobilizou-se para implementar mudanças que dificultassem qualquer candidatura dissidente.[44][45] Em janeiro de 2019, o Comitê Nacional Republicano endossou Trump.[46]

Vários comitês estaduais republicanos cancelaram suas respectivas primárias ou caucuses.[47] Como justificativa, as agremiações citaram o fato de que os republicanos cancelaram várias primárias estaduais quando George H. W. Bush e George W. Bush buscaram um segundo mandato em 1992 e 2004, respectivamente, bem como que os democratas fizeram o mesmo quando Bill Clinton e Barack Obama foram candidatos à reeleição em 1996 e 2012, respectivamente.[48][49] Após cancelarem suas prévias, alguns desses estados, como Havaí e Nova Iorque, imediatamente comprometeram seus delegados a apoiar Trump,[50][51] enquanto outros estados como Kansas e Nevada realizaram formalmente uma convenção ou reunião para distribuir oficialmente seus delegados.[52][53]

A partir do segundo semestre de 2017, surgiram relatos de que republicanos, particularmente das alas moderadas e do establishment, estavam preparando uma campanha contra Trump. O senador John McCain disse: "Os republicanos vêem fraqueza neste presidente."[54][55] Os senadores Susan Collins e Rand Paul e o ex-governador Chris Christie expressaram dúvidas sobre se Trump seria o candidato republicano em 2020; Collins declarou que era "muito difícil dizer."[56][57] Ao mesmo tempo, o senador Jeff Flake argumentou que Trump estava instigando uma candidatura republicana opositora pela maneira como governava.[58]

Bill Weld em 2016. Nas prévias de 2020, Weld foi o opositor republicano a Trump que recebeu a maior quantidade de votos populares

Em abril de 2019, Bill Weld declarou sua candidatura à nomeação republicana;[59] Weld foi governador de Massachusetts e o candidato a vice-presidente do Partido Libertário em 2016. A chance de sua candidatura ser exitosa era vista como improvável por conta da popularidade do presidente entre os republicanos e as visões políticas de Weld em questões como aborto, controle da venda de armas e casamento entre pessoas do mesmo sexo, que conflitavam com as posições conservadoras em relação a estes temas.[60] Também ex-governador, Mark Sanford, da Carolina do Sul, declarou-se candidato em setembro de 2019,[61] mas desistiu 65 dias depois.[62]

Em agosto de 2019, Joe Walsh, ex-representante pelo Illinois, anunciou sua candidatura, declarando: "Vou fazer o que puder. Não quero que [Trump] vença. O país não pode permitir que ele vença. Se não tiver sucesso, não vou votar nele."[63] Walsh desistiu em fevereiro de 2020, depois de obter cerca de 1% de apoio no caucus de Iowa. Após anunciar sua decisão, Walsh afirmou que "ninguém poderia derrotar Trump nas primárias republicanas" porque o Partido Republicano era agora "um culto" a Trump. Para Walsh, os apoiadores do presidente se tornaram "seguidores" pois, após absorverem informações erradas "da mídia conservadora", creem que Trump "não pode fazer nada errado": "Eles não sabem o que é a verdade e — mais importante — eles não se importam."[64]

Durante seu mandato, Trump manteve um alto nível de aprovação entre os republicanos.[65] Em fevereiro de 2020, a Gallup informou que 94% dos republicanos aprovavam sua gestão.[66] Neste contexto, Trump venceu todas as prévias republicanas, atingindo em 17 de março de 2020 a quantidade necessária de delegados para ganhar a nomeação.[67] Weld desistiu de sua candidatura no dia seguinte.[68] Ao final das prévias, Trump recebeu 18,1 milhões de votos (94%), ante 453 mil de Weld (2,3%) e 173 mil de Walsh (0,9%).[69]

Chapa

Trump confirmou que Pence seria novamente seu companheiro de chapa em novembro de 2018.[70]

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Donald Trump Mike Pence
para Presidente para Vice-Presidente
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Mike Pence official Vice Presidential portrait.jpg
Presidente dos Estados Unidos
(desde 2017)
Vice-presidente dos Estados Unidos
(desde 2017)

Outros candidatos

Os candidatos listados nesta seção foram considerados principais pois cumpriram um dos seguintes requisitos: a) ocuparam cargos públicos; b) foram incluídos em pelo menos cinco pesquisas nacionais independentes; ou c) receberam cobertura significativa da mídia.[71][72][73]

Candidatos pela data de desistência
Bill Weld Joe Walsh Rocky De La Fuente Mark Sanford
Bill Weld campaign portrait.jpg
Rep Joe Walsh.jpg
Rocky De La Fuente1 (2) (cropped).jpg
Mark Sanford, Official Portrait, 113th Congress.jpg
Governador de Massachusetts
(1991–1997)
Representante por Illinois
(2011–2013)
Empresário e candidato perene Representante pela Carolina do Sul
(1995–2001, 2013–2019)
Governador da Carolina do Sul
(2003-2011)
Bill Weld campaign 2020.png Joe Walsh 2020 Logo-black.svg Rocky De La Fuente 2020 presidential campaign logo.png Mark Sanford 2020.png
18 de março de 2020[74]
412.325 votos (2,25%)[69]
1 delegado[69]
7 de fevereiro de 2020[75]
173.519 votos (0,95%)[69]
25 de abril de 2020[76]
90.893 votos (0,50%)[69]
12 de novembro de 2019[77]
4.258 votos (0,02%)[69]

Partido Democrata

Primárias

Biden no primeiro comício de sua campanha, em maio de 2019. Em abril de 2020, Biden garantiu a nomeação presidencial democrata

Depois que Hillary Clinton perdeu a presidência para Trump, muitos passaram a acreditar que o Partido Democrata não possuía uma clara liderança a nível nacional.[78] As divisões permaneceram no partido após as primárias de 2016, que colocaram Clinton, representante da ala centrista, contra Bernie Sanders, visto como líder da ala mais progressista.[79][80] Na eleição para a presidência do Comitê Nacional Democrata em 2017, Tom Perez derrotou Keith Ellison, o que foi visto à época como uma vitória do establishment do partido contra a ala mais à esquerda.[81] Em 2018, representantes das duas correntes disputaram a nomeação democrata em vários distritos decisivos da Câmara dos Representantes; tais confrontos foram descritos como uma "guerra civil democrata."[82]

Em agosto de 2018, os membros do Comitê Nacional Democrata (DNC) aprovaram reformas no processo das primárias presidenciais, alegadamente para aumentar a participação[83] e garantir a transparência.[84] Entre as mudanças, o DNC proibiu que os superdelegados tivessem direito ao voto na primeira votação da Convenção. Consequentemente, o presidenciável democrata precisaria ganhar uma maioria dos delegados nas prévias estaduais. Se isso não ocorresse, os superdelegados teriam poder decisivo nas votações seguintes da Convenção, que seria considerada "contestada"; no entanto, a última convenção democrata contestada ocorreu em 1952.[85]

No decorrer da disputa pela nomeação democrata, um recorde de 29 candidaturas principais foram apresentadas.[71] Tal número era maior do que de qualquer prévia presidencial democrata ou republicana desde 1972, quando o sistema em uso foi introduzido, superando os 17 republicanos que concorreram à indicação do partido em 2016.[86] Além disso, conforme referido pela CBS News, foi o "mais diversificado grupo de candidatos democratas na história moderna",[87] incluindo seis candidatas, como as senadoras Amy Klobuchar, Elizabeth Warren, Kamala Harris e Kirsten Gillibrand e a representante Tulsi Gabbard.[71]

Mapa dos resultados das prévias democratas por condados: Biden venceu nos em azul e Sanders nos em verde

Considerado desde o início como o candidato favorito para ser designado pelos democratas para a presidência, Joe Biden, que ocupou a vice-presidência durante todo o governo Obama, teve sua liderança questionada no segundo semestre de 2019.[88][89] Em novembro, o ex-prefeito nova-iorquino e bilionário Michael Bloomberg apresentou-se candidato de última hora, afirmando que era o democrata com maior capacidade para derrotar Trump.[90][91] Em poucos meses, Bloomberg gastou US$ 935 milhões da própria fortuna em sua campanha,[92] estabelecendo um recorde de campanha primária mais cara da história do país.[93] Ainda antes do final de 2019, a lista de presidenciáveis democratas foi reduzida com a desistência de 13 candidatos, incluindo Gillibrand, Harris, Beto O'Rourke, Bill de Blasio e John Hickenlooper.[71]

Nas primeiras prévias realizadas, de Iowa e Nova Hampshire, sagraram-se vencedores Pete Buttigieg e Sanders, respectivamente.[94] Os maus resultados obtidos por Biden nestes estados intensificaram os questionamentos quanto a sua candidatura,[95] com Bloomberg o superando tecnicamente nas pesquisas de opinião e Sanders passando a liderá-las.[96] Entretanto, Biden venceu a primária da Carolina do Sul por uma grande margem e buscou frisar a mensagem de que era a alternativa mais forte contra Sanders e o candidato mais viável contra Trump.[97][98] Nos dias seguintes e às vésperas da Super Terça, Klobuchar e Buttigieg desistiram e prontamente endossaram Biden, ajudando-o a unir o voto moderado.[99]

Em 3 de março, Biden venceu em 10 dos 14 estados da Super Terça,[100] registrando, segundo a CNN, uma "volta por cima histórica e inacreditável na política".[101] Nos dias seguintes, Warren e Bloomberg também desistiram de suas candidaturas.[102] Biden consolidou sua liderança sobre Sanders nas prévias a seguir,[103] vencendo na Flórida, em Illinois e Michigan, além de outros estados.[104][105] Em 8 de abril, Sanders anunciou sua desistência, fazendo de Biden o presumível candidato democrata a presidente;[106] Sanders, Warren e Bloomberg endossaram Biden.[107][108] Em 5 de junho, ele atingiu formalmente o número de delegados necessários para garantir a indicação.[109]

Chapa

Em meados de março de 2020, Biden comprometeu-se a, caso fosse designado como o presidenciável democrata, escolher uma mulher como sua candidata a vice-presidente.[110] Em abril, Biden anunciou a formação de um comitê responsável pela verificação dos currículos das potenciais candidatas para o cargo.[111] A partir de junho, os protestos pela morte de George Floyd levaram personalidades a instarem Biden a escolher como sua vice uma mulher de cor.[112][113][114] Entre elas, a senadora Klobuchar descartou publicamente a possibilidade de ser vice de Biden, urgindo-o a optar por uma mulher de cor;[115] antes dos protestos, Klobuchar era uma das favoritas para juntar-se à chapa.[116] Em agosto, Biden anunciou a senadora Kamala Harris como candidata a vice.[117] Considerada uma escolha segura para Biden,[118] Harris se tornou a primeira mulher negra e sul-asiática a integrar a chapa presidencial de um grande partido político norte-americano.[119]

US Democratic Party Logo.svg
Joe Biden Kamala Harris
para Presidente para Vice-Presidente
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Biden 2020 1Q9T0J8o 400x400.png
Joe Biden 2013.jpg
Senator Harris official senate portrait.jpg
Vice-presidente dos Estados Unidos
(2009-2017)
Senadora pela Califórnia
(desde 2017)

Outros candidatos

Os candidatos listados nesta seção foram considerados principais pois cumpriram um dos seguintes requisitos: a) ocuparam cargos públicos; b) foram incluídos em pelo menos cinco pesquisas nacionais independentes; ou c) receberam cobertura significativa da mídia.[71][72][73]

Candidatos pela data de desistência
Bernie Sanders Tulsi Gabbard Elizabeth Warren Michael Bloomberg Amy Klobuchar Pete Buttigieg Tom Steyer
Bernie Sanders March 2020 (cropped).jpg
Tulsi Gabbard (48011616441) (cropped).jpg
Elizabeth Warren by Gage Skidmore (cropped).jpg
Michael Bloomberg by Gage Skidmore (cropped).jpg
Amy Klobuchar by Gage Skidmore (cropped).jpg
Pete Buttigieg by Gage Skidmore.jpg
Tom Steyer by Gage Skidmore.jpg
Senador por Vermont
(desde 2007
Representante por Vermont
(1991-2007
Representante pelo Havaí
(desde 2013
Senadora por Massachusetts
(desde 2013
Prefeito de Nova Iorque
(2002-2013
CEO da Bloomberg L.P.
Senadora por Minnesota
(desde 2007
Prefeito de South Bend
(2012-2020
Bilionário, filantropo, ex-gerente de fundo de investimento
Bernie Sanders 2020 logo.svg Tulsi Gabbard logo.svg Elizabeth Warren 2020 presidential campaign logo.svg Mike Bloomberg 2020 presidential campaign logo.svg Amy Klobuchar 2020 presidential campaign logo.svg Pete for America logo (Strato Blue).svg Tom Steyer 2020 logo (black text).svg
8 de abril de 2020[120]
9.329.619 votos (27,11%)[121]
1.113 delegados[121]
19 de março de 2020[122]
259.205 votos (0,75%)[121]
2 delegados[121]
5 de março de 2020[123]
2.774.178 votos (8,06%)[121]
78 delegados[121]
4 de março de 2020[124]
2.469.922 votos (7,18%)[121]
49 delegados[121]
2 de março de 2020[125]
521.923 votos (1,52%)[121]
7 delegados[121]
1 de março de 2020[126]
909.665 votos (2,64%)[121]
26 delegados[121]
29 de fevereiro de 2020[127]
257.885 votos (0,75%)[121]
Deval Patrick Michael Bennet Andrew Yang John Delaney Cory Booker Marianne Williamson Julián Castro
Deval Patrick 2016.jpg
Michael Bennet by Gage Skidmore.jpg
Andrew Yang by Gage Skidmore.jpg
John Delaney by Gage Skidmore.jpg
Cory Booker by Gage Skidmore.jpg
Marianne Williamson November 2019.jpg
Julian Castro 2019 crop.jpg
Governador de Massachusetts
(2007–2015)
Senador pelo Colorado
(desde 2009)
Empreendedor e fundador da Venture for America Representante por Maryland
(2013-2019)
Senador por New Jersey
(desde 2013)
Prefeito de Newark
(2006-2013)
Autora Secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano
(2014–2017)
Prefeito de San Antonio, Texas
(2009–2014)
Devallogo2020.png Michael Bennet 2020 presidential campaign logo.svg Andrew Yang 2020 logo.svg John Delaney 2020 logo.svg Cory Booker 2020 Logo.svg Marianne Williamson 2020 presidential campaign logo.svg Julian Castro 2020 presidential campaign logo.svg
12 de fevereiro de 2020[128]
26.259 votos (0,08%)[121]
11 de fevereiro de 2020[129]
56.102 votos (0,16%)[121]
11 de fevereiro de 2020[130]
155.605 votos (0,45%)[121]
31 de janeiro de 2020[131]
17.461 votos (0,05%)[121]
13 de janeiro de 2020[132]
31.575 votos (0,09%)[121]
10 de janeiro de 2020[133]
22.334 votos (0,06%)[121]
2 de janeiro de 2020[134]
37.037 votos (0,11%)[121]
Kamala Harris Steve Bullock Joe Sestak Wayne Messam Beto O'Rourke Tim Ryan Bill de Blasio
Kamala Harris April 2019.jpg
Steve Bullock by Gage Skidmore.jpg
Joe Sestak August 2019 (3) (cropped).jpg
Wayne Messam by Marc Nozell (cropped).jpg
Beto O'Rourke April 2019.jpg
Tim Ryan by Gage Skidmore.jpg
Bill de Blasio by Gage Skidmore.jpg
Senadora pela Califórnia
(desde 2017)
Procuradora-geral da Califórnia
(2011–2017)
Governador de Montana
(desde 2013)
Procurador-geral de Montana
(2009-2013)
Representante pela Pensilvânia
(2007-2011)
Prefeito de Miramar
(desde 2015)
Representante pelo Texas
(2013-2019)
Representante por Ohio
(desde 2013)
Prefeito de Nova Iorque
(desde 2013)
Kamala Harris 2020 presidential campaign logo.svg Steve Bullock 2020 presidential campaign logo.svg Wayne Messam 2020 presidential campaign logo.png Beto O'Rourke 2020 presidential campaign logo.svg Timryan2020.png Bill de Blasio 2020 presidential campaign logo.svg
3 de dezembro de 2019[135]
844 votos (0,00%)[121]
2 de dezembro de 2019[136]
549 votos (0,00%)[121]
1 de dezembro de 2019[137]
5.251 votos (0,02%)[121]
19 de novembro de 2019[138] 1 de novembro de 2019[139] 24 de outubro de 2019[140] 20 de setembro de 2019[141]
Kirsten Gillibrand Seth Moulton Jay Inslee John Hickenlooper Mike Gravel Eric Swalwell Richard Ojeda
Kirsten Gillibrand August 2019.jpg
Seth Moulton August 2019.jpg
Jay Inslee by Gage Skidmore.jpg
John Hickenlooper by Gage Skidmore.jpg
Mike Gravel cropped.png
Eric Swalwell (48016282941) (cropped).jpg
MAJ Richard Ojeda.jpg
Senadora por Nova Iorque
(desde 2009)
Representante por Nova Iorque
(2007-2009)
Representante por Massachusetts
(desde 2015)
Governador de Washington
(desde 2013)
Representante por Washington
(1993-1995; 1999-2012)
Governador do Colorado
(2011-2019)
Prefeito de Denver
(2003-2011)
Senador pelo Alaska
(1969-1981)
Representante pela Califórnia
(desde 2013)
Senador estadual da Virgínia Ocidental
(2016-2019)
Gillibrand 2020 logo.png Seth Moulton 2020 presidential campaign logo.svg Jay Inslee 2020 logo3.png John Hickenlooper 2020 presidential campaign logo.png Gravel Mg web logo line two color.svg Eric Swalwell 2020 presidential campaign logo.svg
28 de agosto de 2019[142] 23 de agosto de 2019[143] 21 de agosto de 2019[144] 15 de agosto de 2019[145] 6 de agosto de 2019[146] 8 de julho de 2019[147] 25 de janeiro de 2019[148]

Partido Libertário

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Jo Jorgensen Spike Cohen
para Presidente para Vice-Presidente
Jo Jorgensen 2020 campaign logo 2.png

Jo Jorgensen 2020 campaign logo.png
Jo Jorgensen portrait 1 (crop 1).jpg
Spike Cohen portrait 1 (crop 1).jpg
Professora na Universidade Clemson[149] Podcaster e empresário[150]

Partido Verde

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Howie Hawkins Angela Walker
para Presidente para Vice-presidente
Hawkins Walker Logo.png
Hawkins 2010 (1).jpg
Angela Walker (cropped).jpg
Co-fundador do Partido Verde[151] Ativista e motorista[152]

Partido da Constituição

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Don Blankenship William Mohr
para Presidente para Vice-presidente
Don Blankenship 20210 (75220642).jpg
Don Blankenship Image (cropped).jpeg
Executivo da Virgínia Ocidental[153] Presidente do partido

Convenções partidárias

Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020 (Estados Unidos)
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Milwaukee
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Jacksonville
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Virtual
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Virtual
  Partido Democrata
  Partido Republicano
  Partido Libertário (virtual)
  Partido Verde (virtual)

A Convenção Nacional Democrata estava originalmente programada para ocorrer entre 13 a 16 de julho em Milwaukee, Wisconsin,[154][155] mas foi postergada para 17 a 20 de agosto por conta da pandemia do novo coronavírus.[156] Em 24 de junho de 2020, foi anunciado que a maioria dos delegados participaria remotamente do evento, mas que alguns ainda assim estariam fisicamente presentes.[157] Na primeira votação, Biden alcançou 3.448 votos, bem acima dos 1.151 de Sanders.[158]

A Convenção Nacional Republicana foi inicialmente planejada para os dias 24 e 27 de agosto,[159] sendo sediada em Charlotte, Carolina do Norte. No entanto, diante de divergências sobre as regras de distanciamento social, os discursos e celebrações foram transferidos para Jacksonville, Flórida, ainda que algumas atividades permaneceram em Charlotte.[160][161] Tanto Trump quanto Pence foram renomeados pelos delegados republicanos por unanimidade.[162]

A Convenção Nacional Libertária seria em princípio realizada em Austin, Texas, no fim de semana do Memorial Day, de 22 a 25 de maio,[163] mas o evento foi alterado[164] e o partido escolheu seus candidatos virtualmente entre 22 a 24 de maio, com uma convenção presencial ocorrendo em Orlando, Flórida, de 8 a 12 de julho.[165] A professora Jo Jorgensen foi designada na quarta votação, com 51% de apoio,[166] e o vice Spike Cohen na terceira, com 52%.[167]

A Convenção Nacional Verde foi organizada para ocorrer em Detroit, Michigan entre 9 a 12 de julho.[168] O partido optou, também em decorrência da COVID-19, por fazer uma convenção virtual, mantendo a data.[169] Os delegados escolheram para a presidência o sindicalista nova-iorquino Howie Hawkins ainda na primeira votação, com 59%, e Angela Walker para a vice-presidência, por unanimidade.[170]

A Convenção Nacional do Partido da Constituição de 2020 seria realizada em St. Louis, Missouri, de 29 de abril a 2 de maio, mas devido à pandemia de coronavírus, o partido decidiu realizar uma convenção por meio de uma videoconferência de 1º de maio a 2 de maio. Don Blankenship foi nomeado candidato a presidente na segunda votação, enquanto William Mohr foi nomeado candidato a vice-presidente.[171]

Campanha eleitoral

Pandemia de COVID-19

A pandemia de COVID-19 foi o tema que gerou maior interesse entre os eleitores e o mais debatido pelos candidatos.[172][173] Com o primeiro caso da doença confirmado em janeiro,[174] o país tinha registrado, em meados de outubro, oito milhões de casos e 218 mil mortos, ultrapassando todos os demais países.[175] Como consequência, a economia sofreu impactos consideráveis,[176] com o desemprego atingindo um pico de 14,7% em abril, maior índice desde 1948.[177] No final de março, Trump sancionou um pacote de estímulos, aprovado pelo Congresso, de US$ 2 trilhões, o maior da história dos EUA.[178] Outra iniciativa semelhante continuou sendo debatida nos meses seguintes.[179]

Em março, Trump decretou estado de emergência nacional e determinou a suspensão da entrada de estrangeiros de vários países, como de quase toda a Europa e da China.[180][181] O presidente inicialmente afirmou ao povo que estava otimista em relação à resposta do país e ao nível de ameaça da doença.[182] No entanto, na medida que a gravidade da pandemia aumentava, Trump fez um número significativo de declarações falsas ou enganosas.[183][184] De acordo com a média das pesquisas de opinião em outubro, cerca de 40% aprovava o trabalho do presidente diante da pandemia e 57% reprovava. Mais de 50% dizia estar "muito preocupado" com os efeitos econonômicos da doença.[185]

Na oposição, Biden afirmou que o presidente havia se rendido ao vírus e criticou a resposta de seu governo.[186] O candidato democrata prometeu que "ouviria os cientistas" e que "tomaria qualquer medida necessária para salvar vidas", argumentando que o país não voltaria ao normal sem que o vírus fosse contido.[187] Biden também divulgou um plano sobre o assunto que incluía a decretação da obrigatoriedade do uso de máscaras em todo o país, o aumento da testagem e a criação de um plano de reabertura "consistente e confiável".[188] Em resposta, Trump alegou que um governo Biden iria "destruir o país e a economia."[189]

No início de outubro, Trump e a primeira-dama Melania foram diagnosticados com COVID-19, assim como diversos integrantes do governo.[190] Tanto o presidente quanto a primeira-dama entraram imediatamente em quarentena, o que impediu Trump de continuar fazendo campanha presencial, principalmente através de comícios.[191] De 2 a 5 de outubro, Trump permaneceu internado no Hospital Militar Nacional de Walter Reed e, ao receber alta, exortou os norte-americanos a "não temerem" o coronavírus.[192] O diagnóstico do presidente foi amplamente visto como um efeito negativo à sua candidatura, desviando a atenção do público de volta para a pandemia.[193]

Economia

Trump buscou receber o crédito pela expansão econômica consistente ocorrida nos primeiros três anos de sua presidência, com o mercado de ações registrando seu período de crescimento mais longo da história e o menor índice de desemprego em cinquenta anos. Além disso, destacou a recuperação do terceiro trimestre de 2020, na qual o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 33,1%.[194] Biden respondeu às afirmações de Trump repetindo que a forte economia foi herdada do governo Obama e que Trump agravou o impacto econômico da pandemia, levando 42 milhões de norte-americanos a ficarem desempregados.[195]

A legislação sancionada por Trump em 2017 que reduziu o imposto de renda para a maioria da população, bem como reduziu a alíquota do imposto corporativo de 35% para 21%, foi uma parte importante da política econômica do presidente. Biden e os democratas geralmente descreveram esses cortes como um benefício injusto à classe alta. O presidenciável democrata prometeu aumentar os impostos sobre as empresas e aqueles que ganhavam mais de US$ 400 mil por ano, mantendo os impostos reduzidos nas faixas de renda mais baixas, e aumentar os impostos sobre ganhos de capital para uma faixa máxima de 39,6%.[196]

Saúde

O sistema de saúde foi uma questão polêmica tanto nas primárias democratas quanto na eleição geral. Enquanto Biden, assim como outros candidatos, prometeu proteger o Affordable Care Act (conhecido ainda como "Obamacare") e, com base nele, aprimorar o sistema de saúde, progressistas democratas defenderam a substituição do setor de seguros privados pelo Medicare for All ("saúde para todos").[197][198] Trump prometeu revogar o Affordable Care Act por completo, chamando-o de "muito caro", mas não detalhou o que iria substituí-lo.[199] Igualmente, seu governo e outros republicanos demandaram a revogação do "Obamacare" junto à Suprema Corte.[200]

Suprema Corte

Em 18 de setembro de 2020, a juíza Ruth Bader Ginsburg, líder da ala liberal da Suprema Corte, morreu.[201] Imediatamente após, o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, afirmou que uma substituição a Ginsburg seria votada pelos senadores o quanto antes, rompendo com o precedente firmado por ele mesmo de que indicados para a alta corte não deveriam ser considerados em anos de eleições presidenciais, conforme ocorreu em Merrick Garland em 2016.[202] Trump nomeou a juíza Amy Coney Barrett para a Suprema Corte em 26 de setembro,[203] dando início a uma inesperada e histórica batalha política durante a campanha eleitoral.[204]

Trump defendeu a rápida indicação de Barrett argumentando que a corte não poderia estar incompleta caso os resultados da eleição presidencial fossem contestados.[205] Biden criticou a designação, declarando que o povo deveria escolher o novo juiz por meio das eleições.[206] Como não houve dissidências significativas entre a maioria republicana no Senado, o processo de nomeação avançou com celeridade e Barrett foi aprovada por 52 votos a 48 em 26 de outubro.[207][208] Desta forma, foi uma das nomeações para a Suprema Corte que avançaram com maior rapidez na história moderna, bem como a mais próxima de uma eleição.[209]

Distúrbios raciais

Como resultado da morte de George Floyd e outros incidentes relacionados à violência policial contra afro-americanos, combinados com os efeitos da pandemia de COVID-19, uma série de protestos e um período mais amplo de agitação racial eclodiram em meados de 2020.[210] Muitos protestos ocorreram, a maioria pacíficos, mas também ocorreram motins e saques. Trump e os republicanos sugeriram o envio de militares para conter os protestos, o que foi criticado, especialmente pelos democratas, como uma medida desproporcional e potencialmente ilegal.[211] Em junho, militares retiraram à força manifestante pacíficos para que Trump tirasse uma foto segurando uma bíblia na frente da Igreja de St. John em Washington D.C., o que foi particularmente polêmico.[212] Biden condenou Trump por suas ações contra os manifestantes; o democrata descreveu as últimas palavras de Floyd ("não consigo respirar") como um "chamado para despertar a nossa nação." Também prometeu que criaria uma comissão para supervisionar a polícia em seus primeiros 100 dias como presidente e estabeleceria um padrão de uso uniforme da força, bem como outras medidas de reforma policial.[213]

Meio ambiente

Trump e Biden mantiveram diferenças significativas na agenda relativa à política ambiental, com Trump afirmando às vezes que a mudança climática era uma farsa, embora também a tenha chamado de um assunto sério.[214] Trump condenou o Acordo de Paris sobre a redução de gases de efeito estufa e deu início ao processo de retirada dos EUA, enquanto Biden planejou se juntar a ele e anunciou um plano de ação climática de US$ 2 trilhões. No entanto, Biden não aceitou totalmente o conceito do Green New Deal, uma política climática promovida por políticos progressistas e de esquerda como Sanders. Do mesmo modo, Biden declarou que não iria banir o fracking, mas proibi-lo em terras do governo federal; em um debate, entretanto, Trump afirmou que o adversário queria bani-lo completamente. As outras políticas ambientais de Trump incluem a remoção dos padrões de emissão de metano e uma expansão da mineração.[215]

Interferência estrangeira

O serviço de inteligência dos EUA acusou a Rússia, a China e o Irã de interferirem nas eleições de 2020.[216] Em fevereiro de 2020, oficiais da inteligência informaram aos membros do Comitê de Inteligência da Câmara dos Representantes que a Rússia estava interferindo como forma de ajudar a reeleger Trump.[217] A Rússia interferiu repetidamente nas eleições norte-americanas para apoiar a candidatura de Trump,[218] enquanto a China buscava apoiar a candidatura de Biden.[219] Em outubro, o Federal Bureau of Investigation (FBI) acusou o Irã de enviar e-mails falsos a eleitores com o propósito de intimidá-los e gerar agitação social.[220]

Votação antecipada

Diante da pandemia, vários estados expandiram as hipóteses de voto antecipado, tanto presencialmente quanto pelo correio,[221] uma prática comum nos Estados Unidos.[222] Em agosto, com o aumento da demanda, a Câmara dos Representantes aprovou uma verba emergencial de US$ 25 bilhões para financiar o Serviço Postal.[223] O presidente Trump, apesar dele próprio ter votado pelo correio em eleições anteriores, acusou repetidamente que tal forma de votação seria fraudulenta,[224] uma alegação que, de acordo com especialistas, não tinha base.[225] De acordo com as pesquisas, os eleitores de Biden tinham maior propensão a votar pelo correio.[226]

Em 6 de outubro, mais de quatro milhões de eleitores já haviam votado, um aumento substancial se comparado com a eleição presidencial anterior de 2016 que, na mesma época, havia computado 75 mil votos.[227] Em 25 de outubro, registrou-se a marca de 60 milhões de votos, um número maior que a totalidade de votos antecipados de 2016.[228] Em alguns estados, o voto antecipado registrou recordes. No Texas, por exemplo, 80% do total de votos de 2016 foi atingido faltando dez dias de votação.[229][230]

Adiamento da votação e reconhecimento dos resultados

Em abril de 2020, Biden disse que Trump poderia tentar adiar a eleição.[231] Em julho, Trump sugeriu que a eleição fosse adiada, arguindo que seria a "mais imprecisa e fraudulenta da história" por conta do "voto antecipado universal."[232] A alteração da data da votação demandaria o aval do Congresso e a Constituição define o término dos mandatos do presidente e do vice-presidente em 20 de janeiro de 2021.[233][234] Ademais, durante a campanha, Trump se negou, por mais de uma vez, a se comprometer a aceitar os resultados da eleição e realizar uma transferência pacífica de poder.[235][236] No Congresso, os republicanos insistiram que haveria uma transferência pacífica de poder caso Trump perdesse e o Senado aprovou uma resolução, de forma unânime, neste sentido.[237][238]

Debates

Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020 (Estados Unidos)
Cyan pog.svg
Case Western Reserve University
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Universidade de Utah
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Centro Adrienne Arsht
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Universidade Belmont
Locais dos debates da eleição geral

Em outubro de 2019, a Comissão de Debates Presidenciais anunciou que três debates seriam realizados no outono de 2020 entre os presidenciáveis democrata e republicano.[239] O primeiro foi agendado para 29 de setembro na Case Western Reserve University, em Cleveland, Ohio, o segundo em 15 de outubro no Centro Adrienne Arsht, em Miami, Flórida, e o último em 22 de outubro na Universidade de Belmont, em Nashville, Tennessee.[240][241][242] Em virtude da pandemia, duas instituições desistiram de sediar os eventos: a Universidade de Notre Dame desistiu de ser a anfitriã do primeiro[243] e a Universidade de Michigan, em Ann Arbor, do segundo.[244] Além destes, foi marcado um debate dos principais candidatos à vice-presidência na Universidade de Utah, em Salt Lake City, em 7 de outubro.[245]

O primeiro debate foi marcado por ofensas e constantes interrupções, em especial pelo presidente Trump.[246][247] O encontro foi descrito como "caótico" por conta das repetidas interrupções do presidente, fazendo com que a comissão anunciasse que realizaria ajustes no formato dos eventos restantes.[248] A recusa de Trump em condenar a supremacia branca e o grupo neo-fascista Proud Boys teve considerável repercussão e condenação. No dia seguinte, o presidente condenou o grupo.[249][250][251] Por sua vez, Biden chamou Trump de "palhaço" e, demonstrando irritação pelas constantes interrupções, disse: "Você não vai calar a boca, cara? Isso não é nem um pouco presidenciável."[252] Pesquisas de opinião indicaram que Biden teve desempenho melhor.[253]

Após Trump contrair COVID-19, a comissão anunciou que o segundo debate seria realizado virtualmente, no qual os candidatos apareceriam em locais diferentes. No entanto, Trump se recusou a participar de um debate virtual, e a comissão subsequentemente anunciou que o debate havia sido cancelado.[254] Como ambas as campanhas não chegaram a um acordo sobre um debate que substituísse o segundo encontro marcado, Biden e Trump participaram encontros com eleitores, em 14 de outubro e em canais diferentes, de forma simultânea.[255] O terceiro e último debate ocorreu em 22 de outubro na Universidade Belmont em Nashville, Tennessee.[256] O encontro manteve um clima mais civilizado, ao ponto de não ser necessário utilizar a opção de cortar o microfone de um dos candidatos, instituída após o primeiro debate.[257] Biden foi geralmente considerado como o vencedor do debate, embora concluiu-se que era improvável que o confronto alterasse os rumos da disputa.[258][259]

Debates entre os candidatos a presidente e vice-presidente
Data Local Cidade Moderador(es) Participantes Audiência (em milhões)
29 de setembro Case Western Reserve University Cleveland, Ohio Chris Wallace Trump
Biden
73,1[260]
7 de outubro Universidade de Utah Salt Lake City, Utah Susan Page Harris
Pence
57,9[261]
15 de outubro Centro Adrienne Arsht Miami, Flórida Steve Scully Trump
Biden
cancelado[254]
22 de outubro Universidade de Belmont Nashville, Tennessee Kristen Welker Trump
Biden
63[262]

Pesquisas de opinião

Gráfico a nível nacional
     Joe Biden
     Donald Trump
Média a nível nacional
Donald Trump vs. Joe Biden
Fonte Datas Atualizado Joe Biden Donald Trump Outros/Indecisos Margem
270 to Win até 2 de novembro de 2020 3 de novembro de 2020 51,1% 43,1% 5,8% Biden +8,0
RealClear Politics até 2 de novembro de 2020 3 de novembro de 2020 50,7% 44,0% 6,5% Biden +6,7
FiveThirtyEight até 2 de novembro de 2020 3 de novembro de 2020 51,8% 43,4% 4,8% Biden +8,4
Média 51,2% 43,5% 5,3% Biden +7,7
Previsões estaduais

A maioria dos preditores eleitorais usam:

  • incerto: sem vantagem
  • ligeiramente: vantagem que não é tão forte quanto "inclina-se"
  • inclina-se: leve vantagem
  • provável: significante, mas superável, vantagem (*maior avaliação dada por CBS News e NPR)
  • seguro ou sólido: chance de vitória quase certa
Estado
Resultado de 2016
CBS News
4 de outubro de 2020[264]
CNN
7 de outubro de 2020[265]
270toWin
13 de outubro de 2020[266]
The Economist
14 de outubro de 2020[267]
NBC News
27 de outubro de 2020[268]
Cook
28 de outubro de 2020[269]
Inside Elections
28 de outubro de 2020[270]
RealClearPolitics
29 de outubro de 2020[271]
ABC News
30 de outubro de 2020[272]
NPR
30 de outubro de 2020[273]
FiveThirtyEight
2 de novembro de 2020[274]
Politico
2 de novembro de 2020[275]
Sabato
2 de novembro de 2020[276]
Alabama 9 R+14 62,1% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Alasca 3 R+9 51,3% R Provável R Sólido R Provável R Provável R Provável R Provável R Inclina-se R Provável R Inclina-se R Inclina-se R Provável R Inclina-se R Provável R
Arizona 11 R+5 48,9% R Incerto Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Ligeiramente D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada)
Arkansas 6 R+15 60,6% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Califórnia 55 D+12 61,7% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Carolina do Norte 15 R+3 49,8% R Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Ligeiramente D (virada) Incerto Incerto Incerto Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada)
Carolina do Sul 9 R+8 54,9% R Provável R Sólido R Provável R Provável R Provável R Provável R Provável R Inclina-se R Sólido R Sólido R Provável R Provável R Provável R
Colorado 9 D+1 48,2% D Provável D Inclina-se D Provável D Seguro D Provável D Provável D Sólido D Inclina-se D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Provável D
Connecticut 7 D+6 54,6% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Provável D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Dakota do Norte 3 R+16 63,0% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Dakota do Sul 3 R+14 61,5% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Delaware 3 D+6 53,1% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Distrito de Columbia 3 D+41 90,9% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Flórida 29 R+2 49,0% R Incerto Incerto Incerto Inclina-se D (virada) Incerto Incerto Ligeiramente D (virada) Incerto Incerto Incerto Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se R
Geórgia 16 R+5 50,8% R Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Ligeiramente D (virada) Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Inclina-se D (virada)
Havaí 4 D+18 62,2% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Idaho 4 R+19 59,3% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Illinois 20 D+7 55,8% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Provável D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Indiana 11 R+9 56,8% R Provável R Sólido R Provável R Seguro R Provável R Provável R Sólido R Inclina-se R Sólido R Provável R Sólido R Provável R Provável R
Iowa 6 R+3 51,2% R Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Inclina-se R Incerto Inclina-se R
Kansas 6 R+13 56,7% R Provável R Sólido R Provável R Seguro R Provável R Provável R Inclina-se R Provável R Sólido R Provável R Sólido R Provável R Provável R
Kentucky 8 R+15 62,5% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Louisiana 8 R+11 58,1% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Provável R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Maine 2 D+3 47,8% D Provável D Sólido D Provável D Seguro D
(apenas âmbito estadual)
Provável D Provável D Sólido D Inclina-se D Sólido D Provável D Provável D Provável D Provável D
ME-1 1 D+8 54,0% D Provável D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
ME-2 1 R+2 51,3% R Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Inclina-se R
Maryland 10 D+12 60,3% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Massachusetts 11 D+12 60,1% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Michigan 16 D+1 47,5% R Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Provável D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Sólido D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada)
Minnesota 10 D+1 46,4% D Inclina-se D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Incerto Inclina-se D Inclina-se D Sólido D Inclina-se D Provável D
Mississippi 6 R+9 57,9% R Provável R Sólido R Seguro R Provável R Provável R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Provável R Provável R Sólido R Seguro R
Missouri 10 R+9 56,8% R Provável R Sólido R Provável R Provável R Provável R Provável R Inclina-se R Inclina-se R Inclina-se R Inclina-se R Provável R Provável R Provável R
Montana 3 R+11 56,2% R Provável R Sólido R Provável R Provável R Provável R Provável R Inclina-se R Inclina-se R Inclina-se R Provável R Provável R Provável R Provável R
Nebraska 2 R+14 58,8% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R
(apenas âmbito estadual)
Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
NE-1 1 R+11 56,2% R Provável R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Inclina-se R Sólido R Sólido R Seguro R
NE-2 1 R+4 47,2% R Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Ligeiramente D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Provável D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada)
NE-3 1 R+27 73,9% R Provável R Sólido R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Nevada 6 D+1 47,9% D Inclina-se D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Incerto Inclina-se D Inclina-se D Provável D Inclina-se D Inclina-se D
Nova Hampshire 4 D+1 47,0% D Inclina-se D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Inclina-se D Inclina-se D Inclina-se D Provável D Inclina-se D Provável D
Nova Iorque 29 D+11 59,0% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Nova Jérsei 14 D+7 55,0% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Provável D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Novo México 5 D+3 48,4% D Provável D Sólido D Provável D Seguro D Provável D Sólido D Sólido D Inclina-se D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Provável D
Ohio 18 R+3 51,7% R Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Inclina-se R
Oklahoma 7 R+20 65,3% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Oregon 7 D+5 50,1% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Provável D Sólido D Sólido D Inclina-se D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Seguro D
Pensilvânia 20 EVEN 48,2% R Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Provável D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Provável D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada)
Rhode Island 4 D+10 54,4% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Provável D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Tennessee 11 R+14 60,7% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Texas 38 R+8 52,2% R Incerto Inclina-se R Inclina-se R Inclina-se R Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Incerto Inclina-se R Inclina-se R Inclina-se R
Utah 6 R+20 45,5% R Provável R Sólido R Provável R Seguro R Provável R Provável R Provável R Provável R Sólido R Provável R Sólido R Provável R Provável R
Vermont 3 D+15 56,7% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Virgínia 13 D+1 49,7% D Provável D Sólido D Provável D Provável D Provável D Provável D Sólido D Inclina-se D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Provável D
Virgínia Ocidental 5 R+19 68,5% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Washington 12 D+7 52,2% D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D Sólido D Sólido D Sólido D Provável D Sólido D Provável D Sólido D Sólido D Seguro D
Wisconsin 10 EVEN 47,2% R Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Provável D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Incerto Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada) Provável D (virada) Inclina-se D (virada) Inclina-se D (virada)
Wyoming 3 R+25 67,4% R Provável R Sólido R Seguro R Seguro R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Sólido R Provável R Sólido R Sólido R Seguro R
Total 538 D: 232
R: 306
D: 279
R: 163
Incerto: 96
D: 290
R: 163
Incerto: 85
D: 290
R: 163
Incerto: 85
D: 319
R: 164
Incerto: 55
D: 279
R: 125
Incerto: 134
D: 290
R: 125
Incerto: 123
D: 350
R: 125
Incerto: 63
D: 216
R: 125
Incerto: 197
D: 290
R: 125
Incerto: 123
D: 279
R: 125
Incerto: 134
D: 334
R: 163
Incerto: 41
D: 279
R: 163
Incerto: 96
D: 321
R: 217
Incerto: 0
Estados decisivos

No sistema eleitoral norte-americano, alguns estados desempenham um papel maior que os outros na escolha do presidente. Neste grupo, conhecido como "estados decisivos", tradução de "swing states", a eleição tende a ser equilibrada e os eleitores costumam se alternar entre eleger presidentes democratas e republicanos.[277][278] Em 2016, Trump foi eleito após vencer nos estados de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin, que votavam nos democratas desde os anos 1990, por uma diferença de 77.744 votos em um universo de 13,9 milhões de votantes.[279][280] Para 2020, a CNN estimou que em nove estados a eleição estava mais acirrada, sendo eles: Arizona, Carolina do Norte, Flórida, Geórgia, Iowa, Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin.[281] O Five Thirty Eight incluiu neste rol o Colorado, Minnesota, Nova Hampshire e Texas.[282]

Estado 2016[279] 538[283] 270toWin[284] ABC News[285] CNN[286] NPR[287] Politico[288] RCP[289] Sabato[290] The Economist[291]
Arizona +3,5% ligeiramente inclina-se inclina-se incerto inclina-se incerto incerto inclina-se inclina-se
Carolina do Norte +3,6% ligeiramente incerto inclina-se incerto incerto incerto incerto inclina-se inclina-se
Colorado +4,9% favorito provável sólido incerto provável provável inclina-se provável seguro
Flórida +1,2% ligeiramente incerto incerto incerto incerto incerto incerto inclina-se inclina-se
Geórgia +5,1% ligeiramente incerto inclina-se incerto incerto incerto incerto inclina-se incerto
Iowa +9,4% ligeiramente incerto incerto incerto incerto incerto incerto inclina-se incerto
Michigan +0,3% favorito inclina-se inclina-se incerto inclina-se inclina-se inclina-se inclina-se provável
Minnesota +1,5% favorito provável inclina-se incerto inclina-se inclina-se incerto provável provável
Nova Hampshire +0,3% favorito inclina-se inclina-se incerto inclina-se inclina-se inclina-se inclina-se provável
Ohio +8,1% incerto incerto incerto incerto incerto incerto incerto inclina-se incerto
Pensilvânia +0,7% favorito inclina-se inclina-se incerto inclina-se inclina-se incerto inclina-se provável
Texas +9% ligeiramente inclina-se inclina-se incerto inclina-se inclina-se incerto inclina-se inclina-se
Wisconsin +0,7% favorito inclina-se inclina-se incerto inclina-se inclina-se incerto inclina-se provável

Resultados

O término da votação ocorreu em 3 de novembro, mas diante da quantidade de votos antecipados, a apuração demorou alguns dias. A eleição de Biden como presidente foi projetada em 7 de novembro, quando atingiu 273 votos no Colégio Eleitoral.[292] Na votação popular, dados parciais indicaram que Biden venceu com 50,4% a 48,0% de Trump, recebendo mais de 75 milhões de votos,[2] a maior quantidade de votos registrada por um presidenciável na história do país.[293]

Resultados parciais da eleição presidencial nos Estados Unidos em 2020
Candidato a
presidente
Candidato a
vice-presidente
Partido Voto popular Colégio
Eleitoral
Votos % Votos %
Joe Biden Kamala Harris Democrata 79.683.126 51,1 306 56,88
Donald Trump Mike Pence Republicano 73.698.576 47,2 232 43,12
Jo Jorgensen Spike Cohen Libertário 1.848.422 1,2 0 0
Howie Hawkins Angela Walker Verde 388.471 0,2 0 0
Gloria La Riva Sunil Freeman Socialismo e Libertação 82.414 0,16 0 0
Don Blankenship William Mohr Constituição 57.641 0,02 0 0
Outros 432.939 0,18 0 0
Total de votos válidos 156.191.589 65,28
Votos em branco
Votos nulos
Total / participação 538 100
Eleitores elegíveis 239.247.182 100

Resultados por estados

Observações:

  • O termo "CE" denota a quantidade de votos no Colégio Eleitoral daquele estado. Para mais informações, ver §Processo eleitoral.
  • O número de eleitores por estado foi compilado pelo United States Election Project e se refere apenas aos eleitores elegíveis (Voting-Eligible Population, ou VEP), e não à população com idade para votar (Voting-Age Population, ou VAP).[294]
  • O vencedor em cada estado foi declarado pela imprensa, nomeadamente: ABC News,[295] CNN,[296] Fox News[297] e The New York Times.[298]
Estados vencidos por Biden/Harris
Estados vencidos por Trump/Pence
Joe Biden Donald Trump Jo Jorgensen Howie Hawkins Outros Votos inválidos Total estadual
Estado CE # % CE # % CE # % CE # % CE # % CE # % Eleitores Votos totais %
Alabama 9 3.683.055
Alasca 3 525.568
Arizona 11 5.189.000
Arkansas 6 2.182.375
Califórnia 55 25.962.648
Carolina do Norte 15 7.759.051
Carolina do Sul 9 3.926.305
Colorado 9 4.313.054
Connecticut 7 2.603.327
Dakota do Norte 3 565.143
Dakota do Sul 3 648.104
Delaware 3 720.531
Distrito de Colúmbia 3 540.685
Flórida 29 15.551.739
Geórgia 16 7.383.562
Havaí 4 1.007.920
Idaho 4 1.292.701
Illinois 20 9.027.082
Indiana 11 5.000.007
Iowa 6 2.321.131
Kansas 6 2.087.946
Kentucky 8 3.312.250
Luisiana 8 3.373.932
Maine 4 1.085.285
Maryland 10 4.313.416
Massachusetts 11 5.072.901
Michigan 16 7.550.147
Minnesota 10 4.118.462
Mississippi 6 2.201.950
Missouri 10 4.603.060
Montana 3 837.298
Nebraska 5 1.383.551
Nevada 6 2.153.915
Nova Hampshire 4 1.079.434
Nova Jersey 14 6.158.999
Novo México 5 1.515.355
Nova Iorque 29 13.670.596
Ohio 18 8.859.167
Oklahoma 7 2.845.835
Oregon 7 3.196.425
Pensilvânia 20 9.781.976
Rhode Island 4 799.642
Tennessee 11 5.124.867
Texas 38 18.784.280
Utah 6 2.191.484
Vermont 3 499.884
Virgínia 13 6.196.071
Virgínia Ocidental 5 1.394.028
Washington 12 5.437.844
Wisconsin 10 4.368.350
Wyoming 3 431.364
Total nacional 538 239.247.182
Distritos

Adicionalmente, os estados de Nebraska e do Maine distribuem seus votos no Colégio Eleitoral de acordo com o vencedor nos distritos da Câmara dos Representantes. Assim, o candidato que alcança mais votos a nível estadual ganha dois votos no Colégio Eleitoral, correspondente aos senadores, bem como cada voto dos distritos que vencer. Para a eleição presidencial de 2020, dois distritos foram considerados "decisivos": o segundo distrito de Nebraska e o segundo distrito de Maine.[299][300]

Joe Biden Donald Trump Jo Jorgensen Howie Hawkins Outros Votos inválidos Total estadual
State CE # % CE # % CE # % CE # % CE # % CE # % Eleitores Votos totais %
Segundo distrito congressional de Nebraska 1
Segundo distrito congressional do Maine 1

Mapas

Notas

  1. Embora Trump tenha sido o quinto presidente eleito a receber menos votos populares, a diferença entre ele e Clinton foi a maior já registrada.[16]
  2. O Senado, de maioria republicana, absolveu Trump por 52 a 48 votos da acusação de abuso de poder e por 53 a 47 da acusação de obstrução do Congresso.[31] Todos senadores democratas e independentes consideraram o presidente culpado. Um único republicano, Mitt Romney, votou a favor da acusação de abuso de poder.[32]

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